Um
mês já havia passado já ia para o terceiro mês de gestaçao a
barriga ainda não parecia mas eu já sentia as mudanças do meu
corpo ,ja estava morando na casa nova confeço que ainda não me
acostumei com essa casa enorme e luan me fez contratar uma pessoa
para me ajudar com a casa dona dulce e uma senhora de uns cinquenta
anos mas com uma disposição ela me trata como uma filha , luan
acabou ocupando um dos quarto de hospedes fica mais aqui em casa do
que na casa dos pais
Lola
acordou suada, o que poderia ser normal considerando o fato de que
estava em são paulo e no verao . Mas como poderia estar suada e
sentindo frio?
Calçou o chinelos pretos e mancou para fora do quarto. O estômago estava estranho e ela pensou que era fome.
Passou pelo quarto a sua procura e não o encontrou. Apoiou-se no corrimão para descer a escada. Como se já não bastasse o mal estar.
Foi até a cozinha e encontrou apenas Dulce, terminando de tirar do fogão o que parecia ser macarrão de forno. , mas queria saber onde Luan estava e ela era a pessoa certa a quem perguntar.
- Você sabe onde Luan está? .
- Saiu. - a mulher respondeu de maneira curta, levando o macarrão até o balcão, sem se quer a olhar.
- Você sabe onde ele foi?
- ele disse que ia no estudio e que depois ia almoçar com a senhorita jade. Parecia com pressa. - respondeu
Como Luan podia sair justo no dia que ela não estava bem? Sentiu-se traída. Precisava dele naquele momento
- O almoço está pronto. - disse Dulce.
- Não estou com fome. - respondeu Lola. O mal estar estava começando a piorar. Não quis andar até a sala de jantar então puxou um banco do balcão central da cozinha e se sentou, as pernas estavam voltando a ficar fracas.
- a senhorita Deveria comer dona lola .
- Pega o telefone para mim. - Lola ignorou o que a mulher havia dito. Estava sentindo-se mal e tudo o que conseguia pensar era que Luan não estava ali.
Respirou fundo ao perceber que estava tremendo de nervoso. Dulce lhe entregou o telefone e ela discou o número de Luan. A ligação caiu direto na caixa de mensagem. Ela tentou de novo e mais uma vez caiu na caixa de mensagens, resolveu deixar uma.
- Onde você está? - perguntou. Dulce a encarava e ela não queria chorar na frente dela, mas não conseguia se conter. Culpou os hormônios pelas lágrimas que surgiram em seus olhos e a voz chorosa. - Quando você vai voltar? Você sabe que eu não estou bem, e só está piorando, parece que não se preocupa... - fungou. - Estou te esperando. - desligou e enxugou os olhos.
Dulce olhava com afeição a patroa.
- Ele pediu que eu ficasse de olho em você, se ajuda saber. - disse ela. - Ele se preocupa, logo deve estar de volta.
Lola desceu do banco e lhe deu as costas. Pretendia voltar para o quarto e se deitar antes que o mal estar piorasse, mas antes que conseguisse ao menos chegar até a escada sentio o estômago se apertar. A ânsia de vômito veio rápido e ela mal teve tempo de correr. Acabou sujando a próprio vestido antes de conseguir chegar ao único banheiro no andar de baixo e despejar seu café da amanhã na privada, enquanto voltava a suar e sentir calafrios.
Começou se preocupar que algo sério estivesse acontecendo.
Tentou se acalmar ficar nervosa não iria ajudar.
Levantou-se do chão do banheiro, depois que tudo acabou, e foi para o andar de cima. Entrou no banheiro do quarto de hóspedes, precisava de descanso, mas antes de um banho. Ligou o chuveiro e o barulho da água preencheu o banheiro de azuleijos brancos. Olhou-se no espelho e estava pálida. Tirou o vestido curto e observou a própria barriga que dava poucos indicios de que realmente havia alguem ali dentro. Quando tirou a calcinha o corpo todo estremeceu.
Sangue nunca era um bom sinal.
as coisas não começassem a girar, por fim não começou, mas ainda sentia-se estranha. Como se algo de errado estivesse acontecendo.
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