Você chegou quando a dor mais doía e me encontrou quando eu me perdia Acho que foi Deus que te mandou pra mim pra recomeçar e me fazer feliz, por toda a vida.....
sábado, 28 de novembro de 2015
capitulo 13
Helena narrando
Fui atrasada pra empresa. Passei feito uma louca pela Lola que fez um olhar furioso. Odiava o fato de ela estar com raiva de mim.
Aquela editora era minha paixão, mas naquele dia seria impossível revisar tanto texto com qualidade. Minha cabeça estava nas nuvens.
Assim que sentei em minha mesa o celular vibrou.
"Oii, sou eu o Luan. Obrigada pela noite maravilhosa, tenha um bom dia. "
Fiquei sorrindo igual idiota. Quando em toda minha vida imaginei que aquilo podia acontecer? NUNCA.
Digitei uma resposta.
"Oii, de nada, não se acostume. "
Fiquei rindo imaginando a reação dele ao ver aquela resposta. No mesmo instante Luan respondeu.
"Olha só, já está se sentindo. Tem muito que aprender ainda garota."
Ele era abusado né, olha como me respondeu. Tá que eu era inexperiente, mas precisava esculachar?
Lembrei da noite anterior. De colocar a camisinha nele. Corei na hora. MEU DEUS. Que vergonha, onde estava com a cabeça? Fiquei pensando que talvez ele estivesse me achando uma atirada.
Digitei uma resposta.
"Ontem, fiz coisas que me envergonho. Acho que passei dos limites. "
Esperei uma resposta e nada. Meu chefe passou fazendo cara feia e voltei ao trabalho. Era tanta papelada. Quando percebi o dia ja tinha passado. Ser estagiária era bom por isso. Olhei no celular e nada de resposta do Luan. Fiquei angustiada. Ele nem havia visualizado. Devia estar ocupado demais pra mim, ou estava me ignorando mesmo. As duas coisas eram tristes.
Luan narrando
Meu arleyde ligou furiasa atrás de mim. Eu só tinha mais um dia em BH. O próximo evento que faria seria em São Paulo, tinha que chegar com antecedência.
- O quê você tanto faz aí meu filho?
arleyde parecia intrigada.
- Nada, so dando um tempo.
Ele deu risada.
- Aposto que tem mulher na parada. Você não presta mesmo, sua lista é incalculável.
Ela estava certa, tinha mulher no meio, mas, dessa vez era diferente.
- Tem uma chamada em espera. A gente se fala amanhã antes que eu vá pro aeroporto.
Troquei de linha e era o marreta .
- Fala garoto?
- Ta atoa ai?.
- to por que?.
- vem aqui pro quarto do pexola tamo fazendo uma roda de viola,anda vem logo
- tá to indo boi
ficamos a tarde toda tocando umas modas de viola antigas , lembrei do celular havia uma mensagem da Helena que não tinha lido.Fiquei pasmo, ela estava arrependida do nosso encontro, achava que tinha feito o que não devia.
Cara eu tava muito puto com ela. O que agente tinha feito de mais? Nada. Foi uma noite perfeita e ela colocando defeito. Na hora ela parecia feliz, depois dizia que estava insatisfeita. Minha cabeça tava bugando já.
Digitei uma resposta.
"Helena, agente não fez nada de mais. Não sei pra você mais pra mim foi ótimo. Não coloque estereótipo, quando agente sente desejo age com o instinto, todo casal deve ter liberdade pra se amar do jeito que quiser. Você não imagina tudo o que quero fazer com você, as ideias são inúmeras. Tenho que te ver de novo. "
Helena narrando
Li a mensagem do Luan e pensei no que ele disse. Ele estava certo, eu tinha sido exagerada e havia magoado ele. Pra ele foi ótimo. Lembrei de tudo. Pra mim também, perfeito.
Ele ainda queria fazer outras coisas comigo. Mas o quê? Eu estava louca com a expectativa.
Fiz prova no primeiro horário da facul, saí cedo, ainda eram 20:00. Respondi a mensagem.
"Tem ideias? Estou curiosa."
Ele logo respondeu.
"Vem me ver e te mostro. "
No caminho do hotel Lola estava calada processando tudo o que contei para ela.
- Gente que treta. E agora?
- Eu não sei. Só estou pensando no momento por enquanto.
Olhei pra ela animada.
- Sabe que pode dar merda né?
Fiz que sim com a cabeça, um gosto amargo na boca, pensando no quanto o amava e que ele só estava a fim de sexo.
capitulo 12
Luan
narrando
Acordei e la estava ela do meu lado, podia sentir o leve perfume de condicionador do seu cabelo. Enquanto isso lembrava da noite anterior, os olhos da Helena nos meus, os beijos, o corpo dela. Dava vontade de acorda-la naquele momento e fazer tudo de novo, sem o mínimo de pressa.
"Como ela meche tanto comigo? "
Havia uma sensação dentro de mim, um medo de que ela fosse embora e nunca mais a visse. A abracei apertado.
Helena abriu os olhos devagar, assim q olhou pra mim sorriu, um sorriso contagiante e pleno. Vê-la sorrir era um bálsamo pro meu medo.
- Aí meu Deus, quantas horas?
Ela saiu enrolada no cobertor, procurando o celular.
- Estou tão atrasada, meu chefe vai me matar.
Catou suas roupas pelo chão.
Eu não sabia o que fazer, odiava pensar que Helena ia embora. Vesti um roupão.
- Então você trabalha?
- Sim. Onde fica o banheiro.
Ela estava engraçada enrolada naquele pano todo.
- Fica ali.
Indiquei o caminho. "Porque não podia vestir a roupa na minha frente? Eu conhecia cada parte do corpo dela. "
Alguns minutos depois estava vestida e pronta pra ir. Eu tinha escovado os dentes e ainda usava o roupão.
- Eu te levo.
- Não... por favor não.
Helena se assustou. "Será que tinha se arrependido? " Só a ideia me deixava perdido.
- Tá bom, como preferir. Você volta? Ainda vou te ver?
- Espero que sim. -Ela sorriu e meu coração se acalmou.
Helena anotou seu número em meu celular e saiu apressada, não me deu nem um beijo, não me tocou. Eu precisava dela perto, bem mais perto, o fato de não me tocar dava uma insegurança danada.
Pela janela do hotel a vi pegar um táxi e sumir de vista.
Aquela cama parecia enorme sem minha menina. Olhar pra ela me fazia relembrar o melhor sexo da minha vida.
"O que tá acontecendo comigo?"
Na lista ela anotou seu contato com o título - Sua Elena.
- Minha.
Falei auto feliz igual um idiota. Quando minha mãe, meu pai, Bruna, Arleyde e todas as fãs descobrissem meu caso com Helena a parada ia ficar sinistra. Só de pensar senti um frio na espinha. "O que eu quero dela? " O quê sinto por ela? " Essas eram as questões que não conseguia responder, mas, que precisava.
Acordei e la estava ela do meu lado, podia sentir o leve perfume de condicionador do seu cabelo. Enquanto isso lembrava da noite anterior, os olhos da Helena nos meus, os beijos, o corpo dela. Dava vontade de acorda-la naquele momento e fazer tudo de novo, sem o mínimo de pressa.
"Como ela meche tanto comigo? "
Havia uma sensação dentro de mim, um medo de que ela fosse embora e nunca mais a visse. A abracei apertado.
Helena abriu os olhos devagar, assim q olhou pra mim sorriu, um sorriso contagiante e pleno. Vê-la sorrir era um bálsamo pro meu medo.
- Aí meu Deus, quantas horas?
Ela saiu enrolada no cobertor, procurando o celular.
- Estou tão atrasada, meu chefe vai me matar.
Catou suas roupas pelo chão.
Eu não sabia o que fazer, odiava pensar que Helena ia embora. Vesti um roupão.
- Então você trabalha?
- Sim. Onde fica o banheiro.
Ela estava engraçada enrolada naquele pano todo.
- Fica ali.
Indiquei o caminho. "Porque não podia vestir a roupa na minha frente? Eu conhecia cada parte do corpo dela. "
Alguns minutos depois estava vestida e pronta pra ir. Eu tinha escovado os dentes e ainda usava o roupão.
- Eu te levo.
- Não... por favor não.
Helena se assustou. "Será que tinha se arrependido? " Só a ideia me deixava perdido.
- Tá bom, como preferir. Você volta? Ainda vou te ver?
- Espero que sim. -Ela sorriu e meu coração se acalmou.
Helena anotou seu número em meu celular e saiu apressada, não me deu nem um beijo, não me tocou. Eu precisava dela perto, bem mais perto, o fato de não me tocar dava uma insegurança danada.
Pela janela do hotel a vi pegar um táxi e sumir de vista.
Aquela cama parecia enorme sem minha menina. Olhar pra ela me fazia relembrar o melhor sexo da minha vida.
"O que tá acontecendo comigo?"
Na lista ela anotou seu contato com o título - Sua Elena.
- Minha.
Falei auto feliz igual um idiota. Quando minha mãe, meu pai, Bruna, Arleyde e todas as fãs descobrissem meu caso com Helena a parada ia ficar sinistra. Só de pensar senti um frio na espinha. "O que eu quero dela? " O quê sinto por ela? " Essas eram as questões que não conseguia responder, mas, que precisava.
capitulo 11
Luan narrando
Helena tinha aceitado ficar, ia ser minha. Senti uma felicidade que me deixava confuso.
- Vou tirar sua roupa.
Coloquei as mãos em cada lado na Barra do vestido. Senti sua pele tremendo, dessa vez não por medo, Helena queria que eu a tocasse, desejava isso. Tirei o vestido lentamente deixando que meus dedos sentissem toda a sua pele por onde passavam. Nossa respiração estava irregular. Pronto. Helena estava só de calcinha na minha frente.
Que visão maravilhosa, ela parecia uma Deusa. Eu era um filho da puta sortudo.
Nem estava tocando-a e minha excitação era latente. Seu corpo pedia pra ser tocado, não so com as mãos.
Tirei a camisa, os tênis e a calça jeans olhando pra ela que estava sem jeito.
Era tão inocente, sua timidez aumentava ainda mais o meu tesão.
Coloquei a boca em seu pescoço e ela gemeu baixinho.
"Aí que sensação boa, ela me deseja, me quer. "
Fui descendo devagar até seu seio. Assim que meus lábios os tocaram ela segurou o meu cabelo. Seus dedos acariavam mecha por mecha, enquanto isso eu a mordia e chupava. Ela tinha um gosto bom, não dava vontade de parar.
- Confia em mim?
Ela fez que sim.
A levei pela mão até a cama me sentando na beirada. Pedi que sentasse no meu colo e ela passou as pernas por minha cintura ficando de frente para mim. Quando seu sexo tocou o meu a sensação foi... Incrível... Divina.
Helena me beijou como nunca havia feito, sua língua buscava a minha explorando todas as possibilidades, enquanto isso seu quadril se mechia por instinto sobre minha ereção. Já não aguentava mais aquela tortura. Como era gostosa. Fiquei ainda mais duro.
- Helena, pare.
Ela olhou pra mim buscando o ar, o desejo lhe caía muito bem, estava ainda mais linda. Precisava estar dentro dela, já.
Fui até a mesa e peguei uma camisinha, abri o laminado.
- Quer que eu coloque?
Ela estava tímida de pé a minha frente. Quase tive um treco, so de imaginar a boca dela em mim.
- Quero muito.
Ela se abaixou e tirou a boxer, falei como fazer. Ela nunca tinha feito algo assim antes. Aquilo me deixava satisfeito.
Senti o calor da boca dela em mim. MEUS DEUS... Aquilo devia ser proibido de tão bom. Ela enfiou um pouco mais e tive que me esforçar pra não gozar. Helena foi um pouco mais fundo, ela empurrava devagarinho com os dentes. Olhar pra ela daquele jeito me deixava maluco.
Ela se levantou satisfeita com o resultado.
- Acabei.
Dava pra ver que gostava de me ver excitado por ela. Ainda sim era tão doce e tímida.
Tirei sua calcinha sem deixar de olhar nos seus olhos. Ela não me tocava e isso estava me encomodando.
Deitei sobre ela no Centro da cama. Escorei o peso nos cotovelos evitando joga-lo todo sobre ela. Minha menina ainda me olhava com expectativa.
- Tá sentindo isso?
Esfreguei minha ereção sobre ela.
- Aham.
Ela disse com a voz trêmula.
- É o tanto que quero você. - Encostei os lábios em sua orelha- Quero estar dentro de você.
O corpo de Helena se contorcia em baixo do meu, cada toque a fazia estremecer, era muito sensível. Nunca havia estado com uma mulher assim, Helena estava completamente entregue a mim, totalmente minha.
- Posso?
Ela entendeu.
- Sim.
Deslizei o mais devagar possível pra dentro dela. Ela era tão apertada. Podia sentir cada sentimetro dela em baixo e ao redor de mim.
- Han... awn...
Helena gemia baixinho, suas pernas se movimentavam sobre as minhas. Aquele som era como uma canção. Podia ouvi-lo pelo resto da vida.
Aumentei o movimento de vai e vem, Helena empurrou o quadriu contra o meu, estava todo dentro dela, podia senti-la por inteiro.
- Ah... ah... ah
Helena beijou minha testa de um jeito doce, enquanto isso eu me perdia dentro dela, dentro da minha menina.
Os espasmos dela faziam pressão em mim.
- Luan... acho... Que eu estou gozando.
As palavras dela me fizeram desabar, acabei gozando junto com ela, longos segundos ali, pulsando.
Exausto deitei todo meu peso sobre ela.
Helena narrando
Luan ainda estava dentro de mim. Eu havia acabado de ter uma seção de orgasmos multiplos, e havia sido sensacional. Assim que recuperou o fôlego Luan saiu lentamente de dentro de mim. O peso dele era reconfortante e seguro. Estávamos exaustos e ele se deitou do meu lado. Coloquei a cabeça em seu peito. Como podia ser tão lindo, diz carinho em sua barriga me sentindo a pessoa mais feliz do mundo. - Fica comigo? Disse quase adormecendo. -Você me quer? - Mais do que qualquer outra coisa. Adormeci com aquela frase na cabeça.
capitulo 10
Helena
narrando
Mau podia acreditar no que meus olhos viam. O Luan em carne e osso bem na minha frente, cumprimentando o Júnior. Parecia até brincadeira. Eu não sabia ao certo o que sentir.
Ele ficava me olhando sem parar, mas não sei porque. Aquilo era demais pra mim. Ele simplesmente não podia sair da minha vida? Por quê?
Levantei um pouco desajeitada e passei por ele como um trem bala.
Luan narrando
Helena passou por mim e não disse nada. Estava indo embora sem nada dizer, isso não ia ficar assim. Deixei todos boiando e fui atrás dela. Nem pensei nas consequências daquela atitude impulsiva.
- Helena? Espera aí .
Agarrei o braço dela que ficou me olhando assustada. Estavam presentes naquela hora minha ansiedade, acho que o medo dela, e o barulho dos carros na avenida. Aquela calçada era uma confusão entre nossos pensamentos.
- Tá fugindo de mim?
Ela puxou o braço se soltando.
- Tá me seguindo?
Dei risada, ela conseguia ser engraçada até numa hora daquelas.
- Na verdade não, acho que tenho sorte.Vi o seu bilhete. Não consigo entender.
Os olhos dela ficaram marejados, algo estava acabando com ela.
Helena narrando
Ele tinha visto meu bilhete. Me senti envergonhada e idiota. Ele ainda lembrava meu nome. Tudo me deixava confusa. Minhas forças ja estavam na reserva. Eu estava cansada de lutar.
- Não era nada, so uma citação idiota. Esquece.
Tentei continuar lutando. Minha vontade era correr pros braços dele.
- Agente precisa conversar, mas não aqui. Vem comigo.
Ir com ele? Mais uma vez? Não sabia o que fazer.
- Não Luan, você já teve o que queria, não está satisfeito? Me deixa ir embora, para de fazer isso comigo. Que inferno, ja não aguento mais.
Desabei, chega de personagens, ele não ia me fazer sofrer a vida toda. Tinha que sair dali, parar de ser o joguinho dele.
Me virei e sai andando depressa novamente, não passava um táxi por aquele lugar. Que saco.
Luan me alcançou puxando meu braço novamente.
- O quê eu te fiz menina? Parece que me odeia. Eu te machuquei? Fala comigo, porque isso está me matando.
- Luan eu...
- Vem comigo Helena, por favor, eu imploro se você quiser tá.
Luan ficou de joelhos na calçada, tava estragando todo o jeans lindo que vestia.
Ver ele daquele jeito, tão vulnerável e culpado, eu não podia aguentar.
- Por favor, levanta daí.
Mas ele não levantava, me abaixei ficando de joelhos em frente a ele. Foi a única alternativa que encontrei pra que ele me ouvisse.
- Por favor Luan, as pessoas estão olhando, levanta daí. Eu vou com você.
Ele sorriu de um jeito tímido.
Levantamos e ele pegou a minha mão. Justamente na hora que passou um táxi. Luan deu sinal e entramos. Pelo vidro traseiro pude ver Lola e uns caras procurando por nós. Outra vez la estava eu indo pro apartamento dele. No que isso ia dar? Tinha até medo.
Mau podia acreditar no que meus olhos viam. O Luan em carne e osso bem na minha frente, cumprimentando o Júnior. Parecia até brincadeira. Eu não sabia ao certo o que sentir.
Ele ficava me olhando sem parar, mas não sei porque. Aquilo era demais pra mim. Ele simplesmente não podia sair da minha vida? Por quê?
Levantei um pouco desajeitada e passei por ele como um trem bala.
Luan narrando
Helena passou por mim e não disse nada. Estava indo embora sem nada dizer, isso não ia ficar assim. Deixei todos boiando e fui atrás dela. Nem pensei nas consequências daquela atitude impulsiva.
- Helena? Espera aí .
Agarrei o braço dela que ficou me olhando assustada. Estavam presentes naquela hora minha ansiedade, acho que o medo dela, e o barulho dos carros na avenida. Aquela calçada era uma confusão entre nossos pensamentos.
- Tá fugindo de mim?
Ela puxou o braço se soltando.
- Tá me seguindo?
Dei risada, ela conseguia ser engraçada até numa hora daquelas.
- Na verdade não, acho que tenho sorte.Vi o seu bilhete. Não consigo entender.
Os olhos dela ficaram marejados, algo estava acabando com ela.
Helena narrando
Ele tinha visto meu bilhete. Me senti envergonhada e idiota. Ele ainda lembrava meu nome. Tudo me deixava confusa. Minhas forças ja estavam na reserva. Eu estava cansada de lutar.
- Não era nada, so uma citação idiota. Esquece.
Tentei continuar lutando. Minha vontade era correr pros braços dele.
- Agente precisa conversar, mas não aqui. Vem comigo.
Ir com ele? Mais uma vez? Não sabia o que fazer.
- Não Luan, você já teve o que queria, não está satisfeito? Me deixa ir embora, para de fazer isso comigo. Que inferno, ja não aguento mais.
Desabei, chega de personagens, ele não ia me fazer sofrer a vida toda. Tinha que sair dali, parar de ser o joguinho dele.
Me virei e sai andando depressa novamente, não passava um táxi por aquele lugar. Que saco.
Luan me alcançou puxando meu braço novamente.
- O quê eu te fiz menina? Parece que me odeia. Eu te machuquei? Fala comigo, porque isso está me matando.
- Luan eu...
- Vem comigo Helena, por favor, eu imploro se você quiser tá.
Luan ficou de joelhos na calçada, tava estragando todo o jeans lindo que vestia.
Ver ele daquele jeito, tão vulnerável e culpado, eu não podia aguentar.
- Por favor, levanta daí.
Mas ele não levantava, me abaixei ficando de joelhos em frente a ele. Foi a única alternativa que encontrei pra que ele me ouvisse.
- Por favor Luan, as pessoas estão olhando, levanta daí. Eu vou com você.
Ele sorriu de um jeito tímido.
Levantamos e ele pegou a minha mão. Justamente na hora que passou um táxi. Luan deu sinal e entramos. Pelo vidro traseiro pude ver Lola e uns caras procurando por nós. Outra vez la estava eu indo pro apartamento dele. No que isso ia dar? Tinha até medo.
capitulo 9
Helena
narrando
O barzinho era um lugar bem aconchegante e lindo. Tocava música sertaneja e era bem frequentado. Lugar de gente rica.
- Porque estamos nesse lugar metido a besta?
Todos na mesa riram. Como todo ano havia me esquecido do aniversário do Júnior, afinal, sempre fui ruim com datas.
- Desculpa amigo, de novo.
Júnior riu descontraído, já estava acostumado.
- Tem problema não Heli, tá tudo certo.
Levantei e dei um longo abraço no meu nerd favorito. Aquele menino já tinha me tirado de muita roubada na facul.
A conversa estava muito boa, relembramos alguns micos, viagens, planos... Por um momento me senti eu mesma novamente. Aquelas pessoas faziam com que me sentisse normal, não a maluca apaixonada por cantor famoso. Essa minha face quem conhecia era só a Lola, que por vez ou outra notava meu olhar perdido.
Ela piscou pra mim do outro lado da mesa. Dei um sorriso amarelo tentando me animar com o momento. Nove pessoas em uma super mesa fazendo a maior bagunça, não sei como não haviam nos expulsado ainda.
Luan narrando
Entrei no bar me arrependendo de sair do hotel. Não estava para solicitações e todo mundo resolveu me cumprimentar.
Sentamos em uma mesa mais afastada, nada de ficar na janela e correr o risco de ser fotografado.
- Luan para de mecher no celular.
Roberval estava impaciente.
- Vamos tirar uma foto,vou postar mais tarde.
Fizemos pose e eu escolhi um filtro legal do insta. Minha cabeça ainda estava na garota. Como fazer para encontra-la? Estava parecendo impossível.
O segundo copo de cerveja e as histórias de marreta estavam me fazendo relaxar. Ele era realmente engraçado de vez em quando.Quando falava de casa dava muita saudade dos meus pais. Pensei que devia ter ido vê-los, ja estava me sentindo culpado.
Do outro lado do salão um grupo muito animado começou a cantar parabéns pra alguem. Foi no exato momento que minha música tocou no rádio.
- Aí Luan, sua música mano.
Fiquei tão contente, ao ver como meu trabalho estava sendo bem aceito em todos os lugares. Era o aniversário daquele cara,mas também me senti ganhando um presente. Uma emoção boba tomou conta da minha mesa.
- Gente olha o Luan santana ali.
Uma moça gritou ao entrar no bar e todos do lugar olharam pra mim. Que situação. Fiquei sem saber como agir. Resolvi ir até a mesa do aniversariante. Dar os parabéns de surpresa tipo aqueles cantores americanos saidinhos e atrevidos. Já tinha sido flagrado, agora era ser pelo menos um pouco educado.
- Oi pessoal, Boa noite.
Todo mundo me olhou com cara de felicidade. Ainda bem, eu não tava sendo chato.
- Desculpem me meter, só quero dar os parabéns pro aniversariante, também estou ganhando presente hoje com minha música tocando aqui.
Assim que terminei a frase notei uma garota de vestido azul encolhida no Banco. Meu Deus era ela. Era a minha Helena.
O barzinho era um lugar bem aconchegante e lindo. Tocava música sertaneja e era bem frequentado. Lugar de gente rica.
- Porque estamos nesse lugar metido a besta?
Todos na mesa riram. Como todo ano havia me esquecido do aniversário do Júnior, afinal, sempre fui ruim com datas.
- Desculpa amigo, de novo.
Júnior riu descontraído, já estava acostumado.
- Tem problema não Heli, tá tudo certo.
Levantei e dei um longo abraço no meu nerd favorito. Aquele menino já tinha me tirado de muita roubada na facul.
A conversa estava muito boa, relembramos alguns micos, viagens, planos... Por um momento me senti eu mesma novamente. Aquelas pessoas faziam com que me sentisse normal, não a maluca apaixonada por cantor famoso. Essa minha face quem conhecia era só a Lola, que por vez ou outra notava meu olhar perdido.
Ela piscou pra mim do outro lado da mesa. Dei um sorriso amarelo tentando me animar com o momento. Nove pessoas em uma super mesa fazendo a maior bagunça, não sei como não haviam nos expulsado ainda.
Luan narrando
Entrei no bar me arrependendo de sair do hotel. Não estava para solicitações e todo mundo resolveu me cumprimentar.
Sentamos em uma mesa mais afastada, nada de ficar na janela e correr o risco de ser fotografado.
- Luan para de mecher no celular.
Roberval estava impaciente.
- Vamos tirar uma foto,vou postar mais tarde.
Fizemos pose e eu escolhi um filtro legal do insta. Minha cabeça ainda estava na garota. Como fazer para encontra-la? Estava parecendo impossível.
O segundo copo de cerveja e as histórias de marreta estavam me fazendo relaxar. Ele era realmente engraçado de vez em quando.Quando falava de casa dava muita saudade dos meus pais. Pensei que devia ter ido vê-los, ja estava me sentindo culpado.
Do outro lado do salão um grupo muito animado começou a cantar parabéns pra alguem. Foi no exato momento que minha música tocou no rádio.
- Aí Luan, sua música mano.
Fiquei tão contente, ao ver como meu trabalho estava sendo bem aceito em todos os lugares. Era o aniversário daquele cara,mas também me senti ganhando um presente. Uma emoção boba tomou conta da minha mesa.
- Gente olha o Luan santana ali.
Uma moça gritou ao entrar no bar e todos do lugar olharam pra mim. Que situação. Fiquei sem saber como agir. Resolvi ir até a mesa do aniversariante. Dar os parabéns de surpresa tipo aqueles cantores americanos saidinhos e atrevidos. Já tinha sido flagrado, agora era ser pelo menos um pouco educado.
- Oi pessoal, Boa noite.
Todo mundo me olhou com cara de felicidade. Ainda bem, eu não tava sendo chato.
- Desculpem me meter, só quero dar os parabéns pro aniversariante, também estou ganhando presente hoje com minha música tocando aqui.
Assim que terminei a frase notei uma garota de vestido azul encolhida no Banco. Meu Deus era ela. Era a minha Helena.
capitulo 8
Luan
narrando
Passei o dia todo ignorando a todos enquanto tentava achar Helena no Facebook. Achei todas as Helenas do mundo, menos a minha.
- Luan, ta ouvindo?
Roberval me cutucou pela milésima vez, ele estava mais chato que de costume. e marreta ficava dando risada sem parar de piadas que só ele entendia.
- Tô ouvindo.
Respondi pela trigésima vez. Só que eu não tava ouvindo nada.
Subi pro quarto ja era tarde. Tomei um banho de meia hora, enquanto a água caia ficava pensando em como seria se a Helena estivesse ali comigo, Meu Deus, a situação estava saindo do meu controle.
"Será que a machuquei?"
Tinha por que tinha que encontrá-la de qualquer forma.Sai do chuveiro antes que minha mente fantasiasse demais. Meu corpo ja dava sinais de desejo, o mesmo que senti na noite anterior. Aquela garota mechia comigo mesmo longe.
Bateram na porta. "Odeio abrir a porta de roupao. " Era a camareira. Tinha esquecido de colocar o aviso.
- Descupa senhor. Não vi o aviso.
- Esqueci de colocar, eu que peço desculpas.
Ri sem graça.
A mulher ficou me olhando sem falar nada, parecia que eu era de outro planeta. Aquilo estava me encomodando, ela fazia uma cara de tarada danada.
- Então...
Disse e ela se desculpou novamente indo embora. Rober entrou pela porta.
- Você não perdoa uma né garanhao?
Ficou rindo igual um imbecil.
- Idiota, quer o que aqui? Me ver peladao?Vai apaixonar também.
Agora quem ria era eu.
- Idiota.
- Bate aqui. Somos dois.
Ele fez bico.
- Vamos sair boi? Ver umas Minas, aqui é cheio de gata.
Sair? Bom pelo menos ia me distrair um pouco.
- Vamos sim, ja sabe o lugar?
- marreta conhece um barzinho muito chique. É caro e é você que vai pagar.
Fiz cara de desdém.
- Eu sempre pago mesmo.
Rober saiu e troquei de roupa. Tentava não pensar mais nela.
Passei o dia todo ignorando a todos enquanto tentava achar Helena no Facebook. Achei todas as Helenas do mundo, menos a minha.
- Luan, ta ouvindo?
Roberval me cutucou pela milésima vez, ele estava mais chato que de costume. e marreta ficava dando risada sem parar de piadas que só ele entendia.
- Tô ouvindo.
Respondi pela trigésima vez. Só que eu não tava ouvindo nada.
Subi pro quarto ja era tarde. Tomei um banho de meia hora, enquanto a água caia ficava pensando em como seria se a Helena estivesse ali comigo, Meu Deus, a situação estava saindo do meu controle.
"Será que a machuquei?"
Tinha por que tinha que encontrá-la de qualquer forma.Sai do chuveiro antes que minha mente fantasiasse demais. Meu corpo ja dava sinais de desejo, o mesmo que senti na noite anterior. Aquela garota mechia comigo mesmo longe.
Bateram na porta. "Odeio abrir a porta de roupao. " Era a camareira. Tinha esquecido de colocar o aviso.
- Descupa senhor. Não vi o aviso.
- Esqueci de colocar, eu que peço desculpas.
Ri sem graça.
A mulher ficou me olhando sem falar nada, parecia que eu era de outro planeta. Aquilo estava me encomodando, ela fazia uma cara de tarada danada.
- Então...
Disse e ela se desculpou novamente indo embora. Rober entrou pela porta.
- Você não perdoa uma né garanhao?
Ficou rindo igual um imbecil.
- Idiota, quer o que aqui? Me ver peladao?Vai apaixonar também.
Agora quem ria era eu.
- Idiota.
- Bate aqui. Somos dois.
Ele fez bico.
- Vamos sair boi? Ver umas Minas, aqui é cheio de gata.
Sair? Bom pelo menos ia me distrair um pouco.
- Vamos sim, ja sabe o lugar?
- marreta conhece um barzinho muito chique. É caro e é você que vai pagar.
Fiz cara de desdém.
- Eu sempre pago mesmo.
Rober saiu e troquei de roupa. Tentava não pensar mais nela.
capitulo 7
-Acorda
Helena.
Minha mãe estava me sacudindo como um saco de batatas.
- Que foi mãe? Eu to de folga hoje.
- Ne isso não, a Lola ta aí.
Sentei na cama enquanto minha amiga entrava pela porta.
-Tenho que molhar as plantas no Jardim, volto depois.
Minha mãe saiu nos deixando à sós. Lola me olhava com cara de medo.
- Conta tudo agora.
Sentou do meu lado na cama. Escorei a cabeça no ombro dela.
- Foi intenso.
Refleti.
- Então quer dizer que rolou?
Balancei a cabeça que sim.
- Não contei que era virgem, deixei rolar.
- Você é doida. Sentiu dor?
- Na verdade não, quer dizer só um pouquinho, mas todo o resto, o momento, eu nem percebi.
Lola ficou de frente me obrigando a olha-la.
- Tá parecendo mais apaixonada que nunca.
Eu já nem conseguia chorar.
- Eu sei, vai passar.
Lola me abraçou e ficamos assim por um bom tempo. Depois foi embora.
Meu telefone tocou e era o Pedro, meu ex.
- Boa tarde Heli.
- Boa tarde.
Eu não tava afim de papo.
- A galera vai sair hoje depois da facul, vamos? A Lola disse pra eu te chamar.
Aff, Lola ja tava aprontando.
- Tudo bem, você me pega aqui?
- Pego sim, até mais.
Desliguei o celular ainda achando aquela uma péssima ideia. Pedro era um grande amigo apesar do nosso término. Talvez eu não devesse ser tão pessimista assim, afinal já tava na hora de deixar o Luan pra trás.
Enfiei a cara no travesseiro afim de passar o dia na cama, minha mente ficava relembrando as cenas do dia anterior.
Luan narrando
Minha mãe estava me sacudindo como um saco de batatas.
- Que foi mãe? Eu to de folga hoje.
- Ne isso não, a Lola ta aí.
Sentei na cama enquanto minha amiga entrava pela porta.
-Tenho que molhar as plantas no Jardim, volto depois.
Minha mãe saiu nos deixando à sós. Lola me olhava com cara de medo.
- Conta tudo agora.
Sentou do meu lado na cama. Escorei a cabeça no ombro dela.
- Foi intenso.
Refleti.
- Então quer dizer que rolou?
Balancei a cabeça que sim.
- Não contei que era virgem, deixei rolar.
- Você é doida. Sentiu dor?
- Na verdade não, quer dizer só um pouquinho, mas todo o resto, o momento, eu nem percebi.
Lola ficou de frente me obrigando a olha-la.
- Tá parecendo mais apaixonada que nunca.
Eu já nem conseguia chorar.
- Eu sei, vai passar.
Lola me abraçou e ficamos assim por um bom tempo. Depois foi embora.
Meu telefone tocou e era o Pedro, meu ex.
- Boa tarde Heli.
- Boa tarde.
Eu não tava afim de papo.
- A galera vai sair hoje depois da facul, vamos? A Lola disse pra eu te chamar.
Aff, Lola ja tava aprontando.
- Tudo bem, você me pega aqui?
- Pego sim, até mais.
Desliguei o celular ainda achando aquela uma péssima ideia. Pedro era um grande amigo apesar do nosso término. Talvez eu não devesse ser tão pessimista assim, afinal já tava na hora de deixar o Luan pra trás.
Enfiei a cara no travesseiro afim de passar o dia na cama, minha mente ficava relembrando as cenas do dia anterior.
Luan narrando
O show que ia fazer no RJ foi cancelado. Motivo: mau tempo. Ok. Isso queria dizer que eu podia ficar em BH ou passar uns dias em casa.
Lembrei da Helena. Estava sentindo uma culpa danada. Se ela tivesse dito que era virgem agente nunca teria transado. Eu não sou esse idiota.
Por quê aquela garota tinha me escolhido para primeira vez dela? Isso não fazia sentido algum. Que maluca, ela nem me conhecia. Fácil ela não era, afinal de contas, quem é virgem com a idade dela nos dias de hoje? Ninguém.
Será que eu tinha machucado ela? Foi embora sem ao menos se despedir.
Uma ideia maluca começou a passar por minha cabeça. "Não vou embora, tenho que vê-la de novo. "
capitulo 6
Luan
narrando.
Acordei procurando por ela. As cenas da última noite ainda estavam frescas na minha mente. Como era linda. Há muito tempo alguém como ela não se interessava por mim, ela era diferente.
Fui até o banheiro e nada. Olhei cada centímetro do apartamento mais nem sinal de Helena.
"Luan seu idiota, deixou a garota dormir com você".
Uma das minhas regras era nunca passar a noite com uma delas, uma fã. Ela não era minha fã, lembrei logo em seguida. Isso me deixava decepcionado. Afinal garotas como ela nunca se interessavam por caras como eu.
A luz do sol iluminava um bilhete na escrivaninha, como não tinha visto antes? Fui até ele. Dizia o seguinte.
"Algumas meninas agem como mulheres, elas não sabem o quanto podem sangrar, deviam ser apenas meninas, meninas felizes". - Carlos Guizarra.
Era uma citação de algum livro. O queria dizer? Não consegui entender nada. Meu medo é que ela tivesse feito fotos nossas enquanto eu dormia, ou qualquer coisa do tipo. Aleyde ia me matar.
Comecei a procurar meu celular em meio ao cobertor, não encontrava, o joguei no chão irritado. No lençol branco havia uma mancha vermelha. Sangue.
Meu Deus. Minha ficha caiu, entendi a situação no exato momento.
Helena narrando
Cheguei em casa pela manhã. Todos ainda dormiam então fui direto pro meu quarto. O silêncio era muito bem vindo.
- Você é linda.
Podia sentir os lábios dele nos meus. Aquela dor que sentia nunca passaria, era insuportável, como se tivessem arrancado meu coração.
Não devia ter deixado a citação. Me arrependi assim que parei pra pensar nele, com certeza jogaria fora sem ler.
"Você é uma qualquer Helena, ele deve te achar uma vagabunda. "
A voz em minha cabeça só piorava tudo. Entrei no chuveiro de roupa e tudo, deixei que a água lavasse todo o sofrimento em mim. Sabia que por mais que quisesse isso nunca aconteceria.
- Eu amo você.
Tinha dito pra ele, Luan não escutou.
- O quê?
Perguntou me beijando pela milésima vez.
- Nada.
Não tive coragem de repetir.
Eu não era mais uma menina. Isso era péssimo, porque não era dele, nunca mais seria. Passei a noite toda esperando que ele fosse um cafajeste, mas ele foi perfeito. Não tive coragem de contar que era virgem, Eu havia sentido tudo, menos dor. Ele parecia fazer amor comigo e não sexo. Se bem que eu não entendia nada disso mesmo
Acordei procurando por ela. As cenas da última noite ainda estavam frescas na minha mente. Como era linda. Há muito tempo alguém como ela não se interessava por mim, ela era diferente.
Fui até o banheiro e nada. Olhei cada centímetro do apartamento mais nem sinal de Helena.
"Luan seu idiota, deixou a garota dormir com você".
Uma das minhas regras era nunca passar a noite com uma delas, uma fã. Ela não era minha fã, lembrei logo em seguida. Isso me deixava decepcionado. Afinal garotas como ela nunca se interessavam por caras como eu.
A luz do sol iluminava um bilhete na escrivaninha, como não tinha visto antes? Fui até ele. Dizia o seguinte.
"Algumas meninas agem como mulheres, elas não sabem o quanto podem sangrar, deviam ser apenas meninas, meninas felizes". - Carlos Guizarra.
Era uma citação de algum livro. O queria dizer? Não consegui entender nada. Meu medo é que ela tivesse feito fotos nossas enquanto eu dormia, ou qualquer coisa do tipo. Aleyde ia me matar.
Comecei a procurar meu celular em meio ao cobertor, não encontrava, o joguei no chão irritado. No lençol branco havia uma mancha vermelha. Sangue.
Meu Deus. Minha ficha caiu, entendi a situação no exato momento.
Helena narrando
Cheguei em casa pela manhã. Todos ainda dormiam então fui direto pro meu quarto. O silêncio era muito bem vindo.
- Você é linda.
Podia sentir os lábios dele nos meus. Aquela dor que sentia nunca passaria, era insuportável, como se tivessem arrancado meu coração.
Não devia ter deixado a citação. Me arrependi assim que parei pra pensar nele, com certeza jogaria fora sem ler.
"Você é uma qualquer Helena, ele deve te achar uma vagabunda. "
A voz em minha cabeça só piorava tudo. Entrei no chuveiro de roupa e tudo, deixei que a água lavasse todo o sofrimento em mim. Sabia que por mais que quisesse isso nunca aconteceria.
- Eu amo você.
Tinha dito pra ele, Luan não escutou.
- O quê?
Perguntou me beijando pela milésima vez.
- Nada.
Não tive coragem de repetir.
Eu não era mais uma menina. Isso era péssimo, porque não era dele, nunca mais seria. Passei a noite toda esperando que ele fosse um cafajeste, mas ele foi perfeito. Não tive coragem de contar que era virgem, Eu havia sentido tudo, menos dor. Ele parecia fazer amor comigo e não sexo. Se bem que eu não entendia nada disso mesmo
capitulo 5
Olhei
pela enorme janela de vidro do quarto de hotel. A altura dava certa
vertigem relembrando meu medo de altura.
luan não havia acendido a luz, somente a lua cheia inundava a penumbra. Um espetáculo da mente divina. Tentei obrigar meu corpo a parar de tremer.
Senti a respiração do luan logo atrás de mim.
-A Vista é linda, né não?
-Sua empolgação nunca tem fim?
Me virei para olha-lo, tive que inclinar a cabeça ja que era bem mais alto que eu.
-Acho que não.
Ele parecia se desculpar, fiquei sem graça.
-Você está tremendo, posso desligar o ar, quer?
Tentei parar, obrigar meu corpo a parar de sentir medo mais não conseguia. Era angustiante sentir medo de alguém que eu tanto amava.
- Não, está ótimo.
Sorri sem jeito. Estava com o homem da minha vida a sós em um quarto de hotel, sentia uma felicidade sufocada pelo medo.
luan se aproximou um pouco mais.
-Está nervosa? Tá tudo bem.
Passou uma mecha do meu cabelo por trás da orelha.
-Aposto que nem se lembra do meu nome.
Ele riu.
-Lembro sim, é Helena. Um nome lindo, de princesa.
Dei de ombros.
-Você chama todas de princesa, não faz diferença nenhuma.
- Tem quantos anos Helena? Parece uma menina.
-Tenho 22. Quer ver meus documentos?
luan riu de um jeito safado.
-Pode crer que eu quero.
Que ridículo, ri demais.
-Você é sempre bobo desse jeito?
Ele ergueu a sobrancelha.
-É o que a dona marizete diz. Sei lá você não tem muito do estilo de conquista que as mulheres da sua idades ja usaram comigo. Parece tão frágil, perdida até. Tem certeza que não quer ir embora?
Respirei fundo tomando coragem, a penumbra tornava o lugar cada vez mais íntimo. O perfume dele trazia uma paz consoladora pro meu coração ferido.
-Porque não me tocou até agora?
Ele estava sério, investigativo.
-Porque não parece querer isso.
Como eu queria, como precisava disso.
-Sua camisa é linda.
Toquei no peito dele.
-Quer tirá-la?
luan pegou minhas mãos trêmulas, beijou uma por uma. Colocou-as nas barras de cada lateral da camisa. Beijou o auto da minha cabeça.
Juntei toda a coragem e comecei a subir as mãos lentamente. Meus dedos iam sentindo a pele dele pelo caminho, estava quente. Fechei os olhos absorvendo toda a sensação. As mãos dele sobre as minhas. Quando chegamos a metade do caminho luan tirou as mãos das minhas.
-Continue. -Sussurrou no meu ouvido. Os lábios tocando a minha orelha provocavam os mais variados arrepios.
-Continua Helena. Não para não.
Com a respiração um pouco alterada continuei de onde paramos. Meus olhos ainda estavam fechados. luan se abaixou pra que eu tirasse a blusa por sua cabeça.
Quando abri os olhos encontrei os dele, direto nos meus, indecifráveis. Aproximei a camisa do rosto e senti aquele cheiro bom. Respirei fundo enquanto luan mechia no meu cabelo.
-Gosta do meu cheiro?
A voz dele era diferente. Voltei a encara-lo balançando a cabeça em sinal afirmativo. luan tirou o cabelo do meu ombro, inclinou minha cabeça um pouco para o lado, pude sentir sua respiração quente sobre minha pele.
-Também gosto do seu cheiro Helena. Agora vou tirar a sua roupa, acho que estamos muito vestidos em vista da vontade que estou sentindo de você.
Antes que pudesse perceber estava só de calcinha e sutian, luan estava ali de joelhos frente a mim, segurando-me pela cintura.
-Agora sim podemos começar.
Meu desejo fazia eco por todo o quarto, é óbvio que ele podia perceber aquilo.
luan não havia acendido a luz, somente a lua cheia inundava a penumbra. Um espetáculo da mente divina. Tentei obrigar meu corpo a parar de tremer.
Senti a respiração do luan logo atrás de mim.
-A Vista é linda, né não?
-Sua empolgação nunca tem fim?
Me virei para olha-lo, tive que inclinar a cabeça ja que era bem mais alto que eu.
-Acho que não.
Ele parecia se desculpar, fiquei sem graça.
-Você está tremendo, posso desligar o ar, quer?
Tentei parar, obrigar meu corpo a parar de sentir medo mais não conseguia. Era angustiante sentir medo de alguém que eu tanto amava.
- Não, está ótimo.
Sorri sem jeito. Estava com o homem da minha vida a sós em um quarto de hotel, sentia uma felicidade sufocada pelo medo.
luan se aproximou um pouco mais.
-Está nervosa? Tá tudo bem.
Passou uma mecha do meu cabelo por trás da orelha.
-Aposto que nem se lembra do meu nome.
Ele riu.
-Lembro sim, é Helena. Um nome lindo, de princesa.
Dei de ombros.
-Você chama todas de princesa, não faz diferença nenhuma.
- Tem quantos anos Helena? Parece uma menina.
-Tenho 22. Quer ver meus documentos?
luan riu de um jeito safado.
-Pode crer que eu quero.
Que ridículo, ri demais.
-Você é sempre bobo desse jeito?
Ele ergueu a sobrancelha.
-É o que a dona marizete diz. Sei lá você não tem muito do estilo de conquista que as mulheres da sua idades ja usaram comigo. Parece tão frágil, perdida até. Tem certeza que não quer ir embora?
Respirei fundo tomando coragem, a penumbra tornava o lugar cada vez mais íntimo. O perfume dele trazia uma paz consoladora pro meu coração ferido.
-Porque não me tocou até agora?
Ele estava sério, investigativo.
-Porque não parece querer isso.
Como eu queria, como precisava disso.
-Sua camisa é linda.
Toquei no peito dele.
-Quer tirá-la?
luan pegou minhas mãos trêmulas, beijou uma por uma. Colocou-as nas barras de cada lateral da camisa. Beijou o auto da minha cabeça.
Juntei toda a coragem e comecei a subir as mãos lentamente. Meus dedos iam sentindo a pele dele pelo caminho, estava quente. Fechei os olhos absorvendo toda a sensação. As mãos dele sobre as minhas. Quando chegamos a metade do caminho luan tirou as mãos das minhas.
-Continue. -Sussurrou no meu ouvido. Os lábios tocando a minha orelha provocavam os mais variados arrepios.
-Continua Helena. Não para não.
Com a respiração um pouco alterada continuei de onde paramos. Meus olhos ainda estavam fechados. luan se abaixou pra que eu tirasse a blusa por sua cabeça.
Quando abri os olhos encontrei os dele, direto nos meus, indecifráveis. Aproximei a camisa do rosto e senti aquele cheiro bom. Respirei fundo enquanto luan mechia no meu cabelo.
-Gosta do meu cheiro?
A voz dele era diferente. Voltei a encara-lo balançando a cabeça em sinal afirmativo. luan tirou o cabelo do meu ombro, inclinou minha cabeça um pouco para o lado, pude sentir sua respiração quente sobre minha pele.
-Também gosto do seu cheiro Helena. Agora vou tirar a sua roupa, acho que estamos muito vestidos em vista da vontade que estou sentindo de você.
Antes que pudesse perceber estava só de calcinha e sutian, luan estava ali de joelhos frente a mim, segurando-me pela cintura.
-Agora sim podemos começar.
Meu desejo fazia eco por todo o quarto, é óbvio que ele podia perceber aquilo.
capitulo 4
Lola olhava para mim
perplexa com aquele buquê enorme nas mãos
- ai meu Deus helena
,que doidera amiga
- nem me fala
a fixa ainda não
tinha caido o perfume de luan ainda estava por toda minha roupa
- você viu ?
Lola fez sinal
afirmativo
- hora de ir amiga?
Ela olhou para mim
com expectativa ,ainda me sentia só mais uma com aquele buquê que
tambem era só mais um , já estav sim na hora de ir .
Olhou
pra mim com expectativa. Ainda me sentia só mais uma, com aquele
buquê que também era só mais um. Já estava sim, na hora de
ir.
-Vamos sim amiga, eu já aprendi a lição. Esse final? Foi fechar com chave de ouro.
Não queria estar assim, tão ferida e amarga. Talvez fosse por sentir que tinha o mundo nas mãos e naquele exato momento não ter nada. Lola estendeu a mão em minha direção. Aquela mão, meu abrigo de todas as horas.
-Acha que ele vai ao menos lembrar meu nome?
As lágrimas estavam de volta.
Lola fez uma expressão de angústia, apesar disso respondeu.
-Creio que não.
Eu sempre me lembraria do nome dele, essa era a diferença entre nós.O corredor ficava cada vez mais lotado de gente da produção. Aquele lugar era pequeno demais para minha tristeza e aquele buquê idiota.
-Vamos lá.
Puxei minha amiga pela mão.
-Espera aí garota.
Um cara de crachá e expressão séria segurou meu ombro. Quase deixei o buquê cair.
-O que foi dessa vez?
Lola esbravejou impaciente.
-Luan quer falar com ela, no camarim.
Olhei pra Lola desesperada.
-Eu não vou!
Disse para o homem com convicção.
-Helena, que você pensa que está fazendo?
O homem olhava para mim perplexo, com certeza nenhuma mulher dizia não para o senhor Luan.
-Não posso nem quero fazer isso Lola, chega de jogos, não acha?
-Acho que você o ama, que seu coração que ir. Vá, aproveite o momento, talvez nunca se repita.
Ela tinha razão, queria vê-lo de perto pela última vez. Não parava de torturar a mim mesma.
-Tudo bem, vamos lá.
O cara fez um gesto aliviado.
-Por aqui.
Indicou o caminho.
Enquanto caminhava em direção à porta no fim do corredor meu inconsciente colecionava devaneios.
Porquê ele queria me ver? Qual o motivo?
-Vamos sim amiga, eu já aprendi a lição. Esse final? Foi fechar com chave de ouro.
Não queria estar assim, tão ferida e amarga. Talvez fosse por sentir que tinha o mundo nas mãos e naquele exato momento não ter nada. Lola estendeu a mão em minha direção. Aquela mão, meu abrigo de todas as horas.
-Acha que ele vai ao menos lembrar meu nome?
As lágrimas estavam de volta.
Lola fez uma expressão de angústia, apesar disso respondeu.
-Creio que não.
Eu sempre me lembraria do nome dele, essa era a diferença entre nós.O corredor ficava cada vez mais lotado de gente da produção. Aquele lugar era pequeno demais para minha tristeza e aquele buquê idiota.
-Vamos lá.
Puxei minha amiga pela mão.
-Espera aí garota.
Um cara de crachá e expressão séria segurou meu ombro. Quase deixei o buquê cair.
-O que foi dessa vez?
Lola esbravejou impaciente.
-Luan quer falar com ela, no camarim.
Olhei pra Lola desesperada.
-Eu não vou!
Disse para o homem com convicção.
-Helena, que você pensa que está fazendo?
O homem olhava para mim perplexo, com certeza nenhuma mulher dizia não para o senhor Luan.
-Não posso nem quero fazer isso Lola, chega de jogos, não acha?
-Acho que você o ama, que seu coração que ir. Vá, aproveite o momento, talvez nunca se repita.
Ela tinha razão, queria vê-lo de perto pela última vez. Não parava de torturar a mim mesma.
-Tudo bem, vamos lá.
O cara fez um gesto aliviado.
-Por aqui.
Indicou o caminho.
Enquanto caminhava em direção à porta no fim do corredor meu inconsciente colecionava devaneios.
Porquê ele queria me ver? Qual o motivo?
A última fã saiu aos prantos depois
de milhões de fotos. Como ele tinha fôlego para atender a todo
mundo com tanto carinho e educação? Porquê sinceramente, algumas
passavam dos limites.
-Oi.
Finalmente tinha me notado ali mofando naquele sofá desconfortável mofando, ainda segurava o buquê. Não sei bem o que estava sentindo, parecia conhecê-lo da vida toda.
-Oi.
A última pessoa saiu do camarim batendo a porta e nos deixando sozinhos. Comecei a respirar de forma irregular, ficar sozinha com ele me deixava desesperada.
"Se o amo, porque estou com medo? "
Luan sentou ao meu lado e segurou minha mão.
-Helena, quanto tempo.
O sorriso lindo dele acabou provocando o meu.
-Uma eternidade. -Respondi.
-É bom ter uma fã tão bonita.
- Não sou bem uma fã.
O olhar dele ficou intrigado.
Havia me apaixonado por ele assim que o vi. Desde esse dia evitei ler, ouvir ou falar sobre ele. Negar tudo, fingir que não acontecia era meu único alívio. Achei que estava louca e ainda achava.
-Como assim? Não entendi.
- Gosto das suas músicas, só isso.
Menti.
-Entendi.
Luan fez bico, parecia até uma criança fazendo birra.
-La da com isso.
Dei risada.
-Os do o quê, não tô fazendo nada.
Beijou a minha testa.
-Não vou ficar aqui em BH, triste e sozinho num quarto de hotel enorme é frio. Queria que você me ajudasse a preencher esse espaço.
Ele não precisava falar mais nada. Entendi o que o Luan queria. Puta merda!
Fiquei em silêncio por alguns segundos, só olhando pros olhos ansiosos dele. Por um momento ele parecia tão nervoso quanto eu.
-Sim, a resposta é sim.
O que eu estava fazendo? Meu Deus do céu, me senti uma maluca.
-Sua expressão é indecifrável, quer mesmo ir?
Comecei a pensar em quantas garotas ja haviam sentado em sofás como aqueles é ouvido a mesma proposta. Ele lembrava o nome delas? Acho que não.
- Sim, tenho certeza.
Apertei a mão dele.
-Ótimo. Vou trocar de camisa e agente sai.
Coloquei o buquê no lugar que o Luan desocupou do meu lado e liguei para Lola.
- Onde você está? Já criei até raiz aqui do lado de fora. Fui expulsa.
Ela parecia muito nervosa.
Expliquei tudo resumidamente num sussurro para ele não ouvir. Luan trocava a camisa perto de uma arara em um dos cantos da sala. Respirei fundo tomando coragem.
- Você vai o quê? Tá maluca Helena?
Agora ela estava com raiva.
- Sei o que estou fazendo, sou maior de idade, disse pra minha mãe que dormiria no seu apartamento. Ninguém vai chamar a polícia.
- Helena você sabe o que isso significa. Tem certeza que quer fazer isso? Com ele?
Refleti por um momento. Luan de camisa trocada me olhava de longe. Também estava ao telefone.
- Só quero fazer isso se for com ele. Luan vai me magoar hoje, vai ser um cafajeste idiota. Isso vai me ajudar a esquecer. Não posso sentir uma dor maior do quê a que sinto neste exato momento.
-Tudo bem. -Lola suspirou.- Eu te amo.
-Eu também.
Desliguei o telefone.
-Oi.
Finalmente tinha me notado ali mofando naquele sofá desconfortável mofando, ainda segurava o buquê. Não sei bem o que estava sentindo, parecia conhecê-lo da vida toda.
-Oi.
A última pessoa saiu do camarim batendo a porta e nos deixando sozinhos. Comecei a respirar de forma irregular, ficar sozinha com ele me deixava desesperada.
"Se o amo, porque estou com medo? "
Luan sentou ao meu lado e segurou minha mão.
-Helena, quanto tempo.
O sorriso lindo dele acabou provocando o meu.
-Uma eternidade. -Respondi.
-É bom ter uma fã tão bonita.
- Não sou bem uma fã.
O olhar dele ficou intrigado.
Havia me apaixonado por ele assim que o vi. Desde esse dia evitei ler, ouvir ou falar sobre ele. Negar tudo, fingir que não acontecia era meu único alívio. Achei que estava louca e ainda achava.
-Como assim? Não entendi.
- Gosto das suas músicas, só isso.
Menti.
-Entendi.
Luan fez bico, parecia até uma criança fazendo birra.
-La da com isso.
Dei risada.
-Os do o quê, não tô fazendo nada.
Beijou a minha testa.
-Não vou ficar aqui em BH, triste e sozinho num quarto de hotel enorme é frio. Queria que você me ajudasse a preencher esse espaço.
Ele não precisava falar mais nada. Entendi o que o Luan queria. Puta merda!
Fiquei em silêncio por alguns segundos, só olhando pros olhos ansiosos dele. Por um momento ele parecia tão nervoso quanto eu.
-Sim, a resposta é sim.
O que eu estava fazendo? Meu Deus do céu, me senti uma maluca.
-Sua expressão é indecifrável, quer mesmo ir?
Comecei a pensar em quantas garotas ja haviam sentado em sofás como aqueles é ouvido a mesma proposta. Ele lembrava o nome delas? Acho que não.
- Sim, tenho certeza.
Apertei a mão dele.
-Ótimo. Vou trocar de camisa e agente sai.
Coloquei o buquê no lugar que o Luan desocupou do meu lado e liguei para Lola.
- Onde você está? Já criei até raiz aqui do lado de fora. Fui expulsa.
Ela parecia muito nervosa.
Expliquei tudo resumidamente num sussurro para ele não ouvir. Luan trocava a camisa perto de uma arara em um dos cantos da sala. Respirei fundo tomando coragem.
- Você vai o quê? Tá maluca Helena?
Agora ela estava com raiva.
- Sei o que estou fazendo, sou maior de idade, disse pra minha mãe que dormiria no seu apartamento. Ninguém vai chamar a polícia.
- Helena você sabe o que isso significa. Tem certeza que quer fazer isso? Com ele?
Refleti por um momento. Luan de camisa trocada me olhava de longe. Também estava ao telefone.
- Só quero fazer isso se for com ele. Luan vai me magoar hoje, vai ser um cafajeste idiota. Isso vai me ajudar a esquecer. Não posso sentir uma dor maior do quê a que sinto neste exato momento.
-Tudo bem. -Lola suspirou.- Eu te amo.
-Eu também.
Desliguei o telefone.
capitulo 3
- vamos embora
helena ? Já chega amiga.
Lola gritou em meu
ouvido tentando competir com a batida da musica alta
- não , vou ficar
até o fim
gritei em resposta
Lola balançou a
cabeça em sinal negativo ,apertei mais forte a sua mão . Ela
devolveu o aperto me olhando de um jeito cumplice .entendi que
ficaria comigo ate o fim ,mesmo não concordando com auto flagelaçao
.sabia que ao sair dali meu espirito estaria em carne viva.
- e agora que quer
ser minha nega hoje?
Ele disse com um
sorriso de moleque .
- ai meu Deus ,e a
hora do buquê – umas doidas começaram a gritar sem parar do
nosso lado ,teria que suportar mais essa
- eu já escolhi
minha nega nega de hoje ,daqui a alguns minutos vocês vao saber quem
é
um homem de terno
segurou meu braço
- venha comigo –
gritou em meu ouvido
antes que eu
pudesse responder saiu me puxando entre a multidão ,fiz o possível
pra não soltar a mao da Lola que me seguia com cara de tonta sem
entender nada , passamos por uma porta lateral secreta e entramos por
outra ,Lola encarou o homem furiosa no corredor apartado .só um som
abafado soava lá dentro
- Tá maluco amigo?
Achei que ela ia
bater na cara nele
- o Luan escolheu
ela
- o quê ?
Gritei morrendo de
susto
- ele quer saber se
você topa ser a nega dele hoje
- e claro que ela
topa
Lola me empurrou na
direçao do cara antes que suas palavras fizessem sentido na minha
cabeça
- quem bom – ele
sorriu – se prepara que e agora
fui empurrada com
tudo pela cortina a nossa frente , luzes fortes ofuscaram minha visão
por um segundo , alguém passou a mao em minha cintura
- oi
olhei para ele ,
luan em carne em osso ,e eu estava em seus braços,fomos caminhando
até o centro do palco não fazia iseia do que fazer ,em frente a nós
havia uma multidão de mulheres raivosas e outras aos prantos ,todas
olhando diretamente para mim
“o que eu faço
agora?”
eu não conseguia
parar de tremer minha cabeça não conseguia parar de assimilar nada
virei de frente para ele estávamos de lado para a palteia luan
segurou meus braços logo acima do cotovelo ,ele sorria parecendo
muito feliz estava com um daqueles microfones de orelha .
- qual o seu nome?
-Helena
falei tao baixo que
ele não entendeu , luan tapou o microfone e se aproximou do meu
rosto
- desculpa nega não
entendi , fala aqui no meu ouvido
eu podia sentir o
cheiro dele um perfume amadeirado cheiro de aventura , de liberdade ,
meu coração ainda batia forte quando ele aproximou seu ouvido de
minha boca meu labios podiam tocar sua orelha , que tortura
- Helena
falei mais rapido do
que queria . Ele se afastou
“não”
- Helena pessoal que
nome lindo né? Uma moça bonita mereçe uma musica bonita.ele agora
segurava minha mao direita, começaram a tocar “te vivo”
- dança comigo ?-
disse segurando minha cintura
quando meu corpo
encostou no dele foi uma sensação inexplicavel ,minha cabeça em
seu peito permitia ouvir cada batida do seu coração instintivamente
fecchei os olhos
''nunca mais me
solte me abraçe para sempre''
durante aqueles
poucos minutos esquesi de tudo , da multidão , da dor , do medo
.éramos só nós naquele espaço de tempo , Deus podia tanto
querer isso , enquanto ele cantava eu orava.
domingo, 22 de novembro de 2015
capitulo 2
- pronta para o
show? Porque eu estou super hiper mega ….....
Lola não parava de
falar , minha pelhor amiga parecia um furacao quanta hiperatividade
,aquele seria com certeza o pior dia da minha vida,escolhida por
minha mesmo em cada detalhe.poucas pessoas cavam sua própria cova
,eu era uma dessas
- Helena ?
Tirei os olhos do
espelho e fitei minha amiga com sua roupa hispter no canto do quarto
minha expressão deveria ser desoladora do jeito que ela retribuiu
- tem certeza que
quer fazer isso ?
Balancei a cabeça
ignorando o vazio enorme no estomago e o nó na garganta
- sabe que não
precisa né ?
Ela se aproximou me
abraçou apertado. Não consegui mais segurar e chorei . Chorei ate
soluçar
- tenho que fazer ,
me ajuda ?- disse entre as lagrimas
- só por que eu te
mam viu amiga
ela nunca tinha dito
isso antes
- eu também.
Quando entramos no
carro já era meia noite estavamos caladas e desolada, começei a
repassar o plano em minha cabeça, era bem simples ,ao olhar para
ele , ver o Luan no palco. Lindo aplaudido , tao distante e
impossivel minha ficha cairia só isso mataria minhas esperanças
tolas.
Eu sabia que ele
tinha fãs lindas mas aquelas na porta da casa de shows eram
perfeitas , me senti menor ainda bem mais insignificante
,estavadando certo e puta que pariu aquilo ia acabar comigo.
Fomos ganhado espaço
entre a multidão .so haviam mulheres naquelel lugar elas eram de
estilos variados ,porem a maioria magra de salto alto e batom escuro
alem claro de vestido justo evidenciando o bumbum perfeito e a
barriga negativa lola fazia cara de nojo para todas
eu ainda era eu , de
all star vermelho ,calça jeans e camista preta com aquelas frases
clichês em inglês .tudo o que queria era ir embora , ao som da
ultima musica da dupla Jorge e Matheus minha angustia só aumentava
paramos bem no centro da casa de shows que estava lotada , apartei
firme a mao da Lola , ainda bem que naquele escuro meu rosto não
podia ser visto devia estar com uma expressão assustadora .
A dupla saiu como
uma multidão de apalausos dando lugar a um homem de maia idade tao
hiperativo quanto minha amiga
- agora com vocês ,
um dos cantores mais esperado da noite ….... luan santana
meu coração
parecia querer explodir ,congestionava o sangue nas veias
quero ir em bora
tenho que sair daqui
mas era tarde de
mais luan entrou com tudo pelo palco , a luz do holofote fazia-o
parecer encantado , meu corpo paralaizado não mexia um músculo
sequer
“Meu Deus ele é
lindo”
a voz dele parecia
atingir até minha alma , o que não faria para escutá-la pelo resto
da vida
o jeito que ele
olhava para aquelas mulheres que dançava para elas , doia mais que
saber que ele nunca seria meu ; o plano havia dado certo certo ate de
mais me senti um lixo um nada , um idiota , senti como se nunca mais
pudesse ser feliz ,senti como era ser só mais uma , como seria me
sentir assim pelo resto da vida .
capitulo 1
Eu
estava lá, novamente olhando para ele como se o mundo estivesse
reunido em uma só pessoa . Eu estva lá olhando , dor não era a
palavra certa , talves algo entre o dessespero e a ilusao ,entre o
ultimo suspiro e a morte .
-
Helena ?
Minha
mae tocou em meu ombro
-
estou te chamando a horas para de olhar para esse cara na TV feito
uma diota e vem me ajudar com a torta
respirei
fundo , dei um sorriso amarelo enquanto escondia as lagrimas no fundo
dos olhos .
-
tudo bem vamos la
-
essa e minha garota
ela
tinha notado algo tinha de me esforçar bem mais
me
apaixonar por ele aconteceu de repente de um jeito maluco , quase
como pegar no sono , inevitavel tantos homens no mundo tinha que amar
justamente ele isto não era algo muito justo
começei
a cortar umas das maçaes ,tentando concentrar – me na tarefa
-
mãe asenhora me acha normal ?
-
claro que não , você e diferente de todas as garotas de sua idade
que conheço
acho
que ela não entendeu bem a pergunta
-
não sou mais garota mae tenho 22 anos
ela
ficou me olhando de um jeito maternal
-
para mim e como se fosse
estava
ficando louca como podia gostar dele ? Como podia sentir falta de
alguém que nunca tinha me visto na vida ?ainda assim desejar
esquece– lo era como tentar parar de respirar.
Raras
vezes na vida conhecemos alguém e e como ae fosse de outras vidas
,como se tivesse que acontecer como se a vida só começasse neste
instante,e você pode sentir todas as formas de amor ao mesmo
temporada
esse
era o sentimento essa era a loucura
SNOPSE
estava no meu quarto tentando dar um nó em minha gravata confesso isso nunca foi meu forte
hoje teria umam homenagem a Helena na fundaçao que eu e lola haviamos criado e homenagem aquela que seria nosso eterno anjo já fazem cinco anos que ela se foi eu sinto muitas saudades
- amor se apresse desse jeito vamos chegar atrazados e não fica bem a prezidente da instituição chegar atrazada – lola falou
- essa maldita gravata não consigo
- me deixa dar um jeito vem ca – em questao de segundos o nó da gravata estava pronto
- o que seria de mim sem você
- acho que nada ne luan
-papai... papai
-helena quantas vezes eu jadisse para você nao correr assim dentro de casa
- desculṕa mamãe
- o que foi princesa – luan falava com a filha no colo
- a tia bruna falou para vocês anderen logo .a vovó e o vovô já foram pala a fundashao
- é fundaçao princesa – lola falava rindo da forma errada que a filha falava
- pi anda -bruna falava entrando no quarto
- já estamos indo piroca calma
eles foram para a fundçao Heli oliveira de apoio a crianças e mulheres com câncer onde haveria uma festa em homenagem a Helena uma das muitas que faziamos sempre no aniversario de morte dela , nesta data eu não marcava nada em minha agenda neste dia sempre mandavamos rezar uma missa campal na fundaçao helena se foi mas trouxe coisas boas para mim ela me fez conhercer o real significado da palavra amor me deixou a lola a minha Lolo que me ajudou a superar a morte de helena e com ela reaprendi a amr como imaginei que não fosse possível ela me deu o presente mais lindo minha filha e não pensamos duas vezes em colocar nela o nome do nosso anjo helena , como eu lolo tambem sente muitas saudes de sua melhor amiga , mas eu sei que de onde ela estier ela esta feliz por nos ver felizes
hoje teria umam homenagem a Helena na fundaçao que eu e lola haviamos criado e homenagem aquela que seria nosso eterno anjo já fazem cinco anos que ela se foi eu sinto muitas saudades
- amor se apresse desse jeito vamos chegar atrazados e não fica bem a prezidente da instituição chegar atrazada – lola falou
- essa maldita gravata não consigo
- me deixa dar um jeito vem ca – em questao de segundos o nó da gravata estava pronto
- o que seria de mim sem você
- acho que nada ne luan
-papai... papai
-helena quantas vezes eu jadisse para você nao correr assim dentro de casa
- desculṕa mamãe
- o que foi princesa – luan falava com a filha no colo
- a tia bruna falou para vocês anderen logo .a vovó e o vovô já foram pala a fundashao
- é fundaçao princesa – lola falava rindo da forma errada que a filha falava
- pi anda -bruna falava entrando no quarto
- já estamos indo piroca calma
eles foram para a fundçao Heli oliveira de apoio a crianças e mulheres com câncer onde haveria uma festa em homenagem a Helena uma das muitas que faziamos sempre no aniversario de morte dela , nesta data eu não marcava nada em minha agenda neste dia sempre mandavamos rezar uma missa campal na fundaçao helena se foi mas trouxe coisas boas para mim ela me fez conhercer o real significado da palavra amor me deixou a lola a minha Lolo que me ajudou a superar a morte de helena e com ela reaprendi a amr como imaginei que não fosse possível ela me deu o presente mais lindo minha filha e não pensamos duas vezes em colocar nela o nome do nosso anjo helena , como eu lolo tambem sente muitas saudes de sua melhor amiga , mas eu sei que de onde ela estier ela esta feliz por nos ver felizes
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