Luan
narrando.
Acordei procurando por ela. As cenas da última noite ainda estavam frescas na minha mente. Como era linda. Há muito tempo alguém como ela não se interessava por mim, ela era diferente.
Fui até o banheiro e nada. Olhei cada centímetro do apartamento mais nem sinal de Helena.
"Luan seu idiota, deixou a garota dormir com você".
Uma das minhas regras era nunca passar a noite com uma delas, uma fã. Ela não era minha fã, lembrei logo em seguida. Isso me deixava decepcionado. Afinal garotas como ela nunca se interessavam por caras como eu.
A luz do sol iluminava um bilhete na escrivaninha, como não tinha visto antes? Fui até ele. Dizia o seguinte.
"Algumas meninas agem como mulheres, elas não sabem o quanto podem sangrar, deviam ser apenas meninas, meninas felizes". - Carlos Guizarra.
Era uma citação de algum livro. O queria dizer? Não consegui entender nada. Meu medo é que ela tivesse feito fotos nossas enquanto eu dormia, ou qualquer coisa do tipo. Aleyde ia me matar.
Comecei a procurar meu celular em meio ao cobertor, não encontrava, o joguei no chão irritado. No lençol branco havia uma mancha vermelha. Sangue.
Meu Deus. Minha ficha caiu, entendi a situação no exato momento.
Helena narrando
Cheguei em casa pela manhã. Todos ainda dormiam então fui direto pro meu quarto. O silêncio era muito bem vindo.
- Você é linda.
Podia sentir os lábios dele nos meus. Aquela dor que sentia nunca passaria, era insuportável, como se tivessem arrancado meu coração.
Não devia ter deixado a citação. Me arrependi assim que parei pra pensar nele, com certeza jogaria fora sem ler.
"Você é uma qualquer Helena, ele deve te achar uma vagabunda. "
A voz em minha cabeça só piorava tudo. Entrei no chuveiro de roupa e tudo, deixei que a água lavasse todo o sofrimento em mim. Sabia que por mais que quisesse isso nunca aconteceria.
- Eu amo você.
Tinha dito pra ele, Luan não escutou.
- O quê?
Perguntou me beijando pela milésima vez.
- Nada.
Não tive coragem de repetir.
Eu não era mais uma menina. Isso era péssimo, porque não era dele, nunca mais seria. Passei a noite toda esperando que ele fosse um cafajeste, mas ele foi perfeito. Não tive coragem de contar que era virgem, Eu havia sentido tudo, menos dor. Ele parecia fazer amor comigo e não sexo. Se bem que eu não entendia nada disso mesmo
Acordei procurando por ela. As cenas da última noite ainda estavam frescas na minha mente. Como era linda. Há muito tempo alguém como ela não se interessava por mim, ela era diferente.
Fui até o banheiro e nada. Olhei cada centímetro do apartamento mais nem sinal de Helena.
"Luan seu idiota, deixou a garota dormir com você".
Uma das minhas regras era nunca passar a noite com uma delas, uma fã. Ela não era minha fã, lembrei logo em seguida. Isso me deixava decepcionado. Afinal garotas como ela nunca se interessavam por caras como eu.
A luz do sol iluminava um bilhete na escrivaninha, como não tinha visto antes? Fui até ele. Dizia o seguinte.
"Algumas meninas agem como mulheres, elas não sabem o quanto podem sangrar, deviam ser apenas meninas, meninas felizes". - Carlos Guizarra.
Era uma citação de algum livro. O queria dizer? Não consegui entender nada. Meu medo é que ela tivesse feito fotos nossas enquanto eu dormia, ou qualquer coisa do tipo. Aleyde ia me matar.
Comecei a procurar meu celular em meio ao cobertor, não encontrava, o joguei no chão irritado. No lençol branco havia uma mancha vermelha. Sangue.
Meu Deus. Minha ficha caiu, entendi a situação no exato momento.
Helena narrando
Cheguei em casa pela manhã. Todos ainda dormiam então fui direto pro meu quarto. O silêncio era muito bem vindo.
- Você é linda.
Podia sentir os lábios dele nos meus. Aquela dor que sentia nunca passaria, era insuportável, como se tivessem arrancado meu coração.
Não devia ter deixado a citação. Me arrependi assim que parei pra pensar nele, com certeza jogaria fora sem ler.
"Você é uma qualquer Helena, ele deve te achar uma vagabunda. "
A voz em minha cabeça só piorava tudo. Entrei no chuveiro de roupa e tudo, deixei que a água lavasse todo o sofrimento em mim. Sabia que por mais que quisesse isso nunca aconteceria.
- Eu amo você.
Tinha dito pra ele, Luan não escutou.
- O quê?
Perguntou me beijando pela milésima vez.
- Nada.
Não tive coragem de repetir.
Eu não era mais uma menina. Isso era péssimo, porque não era dele, nunca mais seria. Passei a noite toda esperando que ele fosse um cafajeste, mas ele foi perfeito. Não tive coragem de contar que era virgem, Eu havia sentido tudo, menos dor. Ele parecia fazer amor comigo e não sexo. Se bem que eu não entendia nada disso mesmo
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